quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Epitáfio a um palhaço


Paro-me nesta varanda...
o sol que ainda me resta
presentear-me há abraços
nas frestas desta janela.

Nem que seja de mansinho,
o expirar de um poema...
Partirei com um sorriso
que calou a dor eterna.

E minha morte é tão engraçada
que chorar não vale a pena.

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